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<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description></description><title>MUDEI DE URL</title><generator>Tumblr (3.0; @annamarieswan)</generator><link>http://annamarieswan.tumblr.com/</link><item><title>"Era julho de 1948 quando tudo começou, a pequena moça desestruturada de pernas grossas e cabelo em..."</title><description>“Era julho de 1948 quando tudo começou, a pequena moça desestruturada de pernas grossas e cabelo em coque desconecto caminhava bêbada pelas avenidas daquela calorosa e pacata cidade, quando enfim aos prantos deitou-se ao léu, próximo a uma fonte que trazia pingos de água jorrando por sua petrificada matriz, a moça olhou bem para o fundo da fonte, e pegou um punhado de água e derramou em sua cabeça, fazendo seu coque encher - se de pequenas gotículas, ela por fim olhou bem no fundo da gélida fonte e viu que haviam milhões de moedas decorando o plácido interior dela, mesma um tanto bêbada usou o resto dos reflexos que ainda lhe cabiam para deduzir que ali estava a solução solúvel de seus mais trágicos medos, seus desejos e ambições que nem eram tantas estavam ali, apenas um desejo e tudo se resolveria ao seu ver. Com essa ligeira dedução poise a vasculhar em movimentos céleres sua mochila a busca de encontrar alguma moeda, herança do que sobrara de seu intenso consumo de álcool no boteco que fazia divisa com a faculdade. Com ágeis movimentos ela enfim encontrou uma ou duas moedas velhas, e vertiginosamente agarrou as para suas pequenas mãos, de unhas compridas, apertou fortemente elevando o pensamento ao pedido que mais lhe cabia no momento, que um alguém pudesse fazer cessar toda dor que em seu peito plausível machucava. Ao jogar suas moedas na fonte a moça das curvas perdidas tropeçou e foi lançada bruscamente na fonte, fazendo instantaneamente seus queixos baterem forte, logo um moço de aparência inebriante correu em direção a moça encharcada e resolveu logo ajuda-lá. Ela agradeceu pela gentileza do moço, que mais aparentava um príncipe saído de uma história infantil somente para o uso pessoal dela, seus olhos eram de um dourado derretido, um mel doce, seu sorriso trazia um ar de paz em cada parte de sua mandíbula bem elaborada, seu cabelo feito cachos elaborados á fazia lembrar de um anjo que sua mãe lhe deste que a protegia sempre visível em sua cabeceira. De fato seus desejos foram concebidos mais rápido do que se era de imaginar, talvez fosse um sonho ou apenas mera ilusão de bêbada, mas ela estava notavelmente inebriada com a beleza daquele tal moço. Ele muito educado logo levanto -a perguntando onde ela morava, talvez ele pudesse leva -lá, dar -lhe um banho e um pouco de chá forte, porém ela disse que não se recordava de um lugar fixo no qual ela vivesse, pois sua vida era uma constante roda gigante. Ele logo sorriu com o comentário sarcástico da moça, que não tirava os olhos um segundo sequer da mandíbula dele, solidário e doce ele sugeriu leva-la a sua casa, para limpar os cortes que haviam na sua testa do incidente na fonte, cortes que ela não havia notado por estar tão distraída com o olhar de ouro do moço, ela rapidamente poise em pé e decidiu ir com ele. Chegando em sua casa ele teve todo trabalho de limpa-la, dar lhe uma vasilha grande de sopa e lençóis limpos no sofá. Logo após eles conversaram naturalmente, como dois desconhecidos ansiando por informações um do outro, ela já mais lúcida contou lhe seus gostos literários, seus discos favoritos e os Whisky que costumava beber todas as sextas, e contou também sobre sua faculdade, na qual morava por não ter condições para pagar o aluguel de um quarto qualquer, gastara todas suas economias nos Whisky que bebia. Ele começou a falar e ela logo notou seu sotaque britânico entonado, ele falava balbuciando, contando sua vida aquela moça que encontrara á nem 2 horas, e ainda bêbada. Contou seus anseios para o futuro, os gostos literários que batiam de frente com os dela, explicou -a como morava sozinho, sentia - se muito solitário pois saiu de casa muito cedo, frustrado pela pressão que exalavam sobre ele, perfeição era a palavra que ele usou pra designar o que seus entes o classificavam. Ele não conseguia mais fazer o que os outros lhe sugeriam, então decidiu tomar seu rumo e viver aventuras pelo sul da Inglaterra, onde acabara de encontrar aquela doce e perplexa moçoila. Ela sorriu com o comentário que lhe cabia, então foram pequenas as horas na presença um do outro, conversaram sobre absolutamente tudo, manias, gostos, contragostos, defeitos. Ao amanhecer ele deixou -a na porta da faculdade já totalmente lúcida, limpa e alimentada. Pela afeição que lhe trouxera sugeriu -a que se encontrassem a noite nos ditosos batentes daquela fonte, ela logo concordou e quando caiu a noite lá estavam eles, corados pela presença um do outro e pomposos pela alegria que muito expressavam. E foi se o começo da mais bela história de romances que nenhum livro de Shakespeare ou Jane Austen coube a contar. Após algumas noites as visitas se tornaram mais constantes, os abraços se prontificaram a beijos ardentes e enamorados, um fim de semana tornou - se um mês, e logo o amarfanho continuo virou a entrada triunfante numa capelinha próxima a fonte. Depois disso o amor que um trazia pelo outro foi excepcionalmente transformado em filhos. Que lhes acompanharam ao longo de sua atônita vida juntos. Hoje ? Ele é um arquiteto reconhecido por nações por sua paixão por desenhos e pelos palácios e museus que construiu. Ela é uma autora romancista conhecida pelo amor em suas palavras e pelas centenas de cópias vendidas. Ela tem 82 anos, e ele 84. Moram em uma cabana no interior de Londres, seus filhos vivem aventuras pelo mundo, sem destino. E seu amor ? Continua o mesmo, ávido e único, como na primeira vez que se viram, ela bêbada e ele cortês, nada mudou deste então, apenas as histórias que hoje são muitas para contar. As histórias desse amor fabulizado.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;em&gt;E foi se o começo da mais bela história de romances que nenhum livro de Shakespeare ou Jane Austen coube a contar, a história do nosso amor.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;- Ana Raquel Rilley, &lt;a href="http://sucumbid-a.tumblr.com"&gt;sucumbid-a.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (via &lt;a class="tumblr_blog" href="http://sucumbid-a.tumblr.com/"&gt;sucumbid-a&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;</description><link>http://annamarieswan.tumblr.com/post/34412526405</link><guid>http://annamarieswan.tumblr.com/post/34412526405</guid><pubDate>Sat, 27 Oct 2012 09:33:04 -0400</pubDate></item><item><title>AAAAAH, HOJE É MEU NIVER, VENHAM ME DAR PARABÉNS!! 15 ANOS U.U</title><description>&lt;a href="http://sucumbid-a.tumblr.com/ask"&gt;AAAAAH, HOJE É MEU NIVER, VENHAM ME DAR PARABÉNS!! 15 ANOS U.U&lt;/a&gt;</description><link>http://annamarieswan.tumblr.com/post/33776063781</link><guid>http://annamarieswan.tumblr.com/post/33776063781</guid><pubDate>Wed, 17 Oct 2012 11:58:38 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m9qk526mwF1qmgq6jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://annamarieswan.tumblr.com/post/30836364022</link><guid>http://annamarieswan.tumblr.com/post/30836364022</guid><pubDate>Mon, 03 Sep 2012 20:13:51 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m9qk526mwF1qmgq6jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://annamarieswan.tumblr.com/post/30836335274</link><guid>http://annamarieswan.tumblr.com/post/30836335274</guid><pubDate>Mon, 03 Sep 2012 20:13:27 -0400</pubDate></item></channel></rss>
